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A imensidão que cabe em cinco anos

28.3.18

A ideia deste post veio de um filme: eu estava assistindo "Para sempre", em que a protagonista sofre traumatismo craniano após um acidente e esquece os últimos cinco anos da sua vida. E nesses cinco anos ela tinha mudado completamente de vida: largou a faculdade, o noivo, se afastou da família, mudou de carreira, fez novos amigos, casou... Então imaginem a loucura de acordar em uma vida completamente diferente sem nem ter ideia do motivo de ter escolhido tudo aquilo!

E isso me fez pensar no quanto minha vida mudou nos últimos cinco anos também. E para falar a verdade, mudou muito! Fazem 5 anos que eu estou com meu namorado. Então é possível que, dependendo do momento em que o esquecimento começasse a valer, eu nem lembrasse desse homem maravilhoso que me fez parte de um relacionamento incrível que tanto me ensinou sobre amor, autoestima, confiança, carinho e tantas outras coisas boas! 

Faz pouco menos de 3 anos que estou no meu atual emprego, no qual sou concursada. Também não lembraria disso. Estaria de volta a um momento de indecisão profissional no qual eu nem tinha mais certeza se era essa a profissão que eu queria para mim. A pós-graduação que comecei no ano passado então, nem passaria pela minha cabeça no mais remoto sonho!

Estaria de volta a uma fase em que minha autoestima era bem abalada, empoderamento era algo que eu conhecia na teoria, mas não tinha muita intimidade na prática. Um momento em que usava cabelos compridos, que hoje já não condizem com quem sou, então seria um choque ver meu cabelo bem mais curto. Além disso, muitas das roupas que eu tenho hoje eu não usaria há 5 anos. E algumas bandas e músicas que hoje eu amo, ainda não conhecia.

Ainda teria uma vida completamente sedentária e, se me dissessem que eu faria Pilates duas vezes por semana num futuro próximo, eu gargalharia da cara da pessoa, porque sempre detestei exercícios físicos. Mesmo que hoje eu não ame, sinto falta e meu corpo dói se fico sem me exercitar. Se dissessem isso para a Danyelle de 5 anos atrás, ela pensaria que a pessoa é completamente louca! 

Eu com a minha gordinha, pouco depois de nascer. A dinda baba mesmo! 😍
Nem saberia da existência da minha afilhada, Sophya, que completou um aninho em março. Esse serzinho que já conquistou meu coração e que eu amo tanto. Não faria ideia do quanto amo aquele sorrisinho e aqueles passinhos desajeitados. Só me lembraria de sua irmã mais velha, Letycia, a quem também amo muito, mas com quem me assustaria ao ver seu crescimento de um pingo de gente para uma mocinha com vontades próprias (e um gênio forte como o da mãe rs).

Alguns amigos, então queridos, se afastaram. Outros chegaram ou se aproximaram mais. A vida é um eterno vai e vem de pessoas que cruzam nossos caminhos. E eu não lembraria de algumas dessas idas e vindas.

Então sim, eu mudei MUITO em 5 anos. Olhando para trás, vejo que não sou mais a mesma pessoa que eu era. Aquela Danyelle de 5 anos atrás, com todos seus erros e acertos, foi importante para definir quem sou hoje. Mas ela não cabe mais na minha vida. Como um sapato que um dia você achou perfeito, mas que hoje não calça bem no seu pé (e que parece que nunca foi seu, por mais que você tenha tido carinho por ele). Se eu acordasse sem as memórias destes últimos 5 anos, eu seria menos feliz do que sou hoje. Então, apesar de cafona, apenas uma palavra pode definir todo o amadurecimento dos últimos cinco anos: gratidão.


dica

Uma “não lista” de “30 antes dos 30”

9.2.18
Um sonho que já realizei: mergulho! Esse foi em Maracajaú/RN 💜
Em maio de 2018 faço 30 anos. Muito se fala sobre fazer essa idade. Há uma mística em torno do “trintar”, “se tornar Balzaquiana”. Eu, quando criança, achava que aos 30 já seria uma “senhora respeitável” casada e com filhos, rica, viajada, com casa própria e sucesso na vida. Mas a verdade é que eu não casei, não tenho filhos (e nem pretendo ter tão cedo), não fiquei rica (lágrimas rolando nesse momento… mentira! Ou não…) ainda moro com meu pai e estou mais preocupada com a próxima viagem que conseguirei fazer do que com ser uma “senhora respeitável” que, aliás, é um conceito totalmente diferente em minha mente hoje.

Não estou num ponto ruim da vida, afinal já me formei, estou cursando uma pós-graduação e já sou concursada numa vaga na minha área. O que é muito em comparação com várias outras pessoas da minha idade. Mas estou bem longe daquilo que imaginei que teria nesta altura da vida. 

Toda esta introdução é para dizer que vejo por aí várias pessoas fazendo a tal lista de “30 coisas que quero fazer antes de completar 30 anos”. Na maioria das vezes, são objetivos que envolvem aventura, um grande sonho ou até mesmo experiências mais simples. E isso tudo seria muito legal, mas por que têm que ser alcançados antes dos 30 anos? Será que essas pessoas acham que depois dos 30 nada daquilo deveria / poderia ser feito? Há uma idade máxima para realizar um sonho? Para mim, não. Por isso, decidi que farei tudo o que eu quiser, independente da idade. Farei quando a vida me proporcionar uma ocasião. 

Vou pontuar (não listar, porque não há uma ordem ou prioridade entre os itens) coisas que eu ainda quero fazer ao longo da minha vida e que farei, independentemente da idade:

  • Fazer um cruzeiro
  • Viajar para o exterior
  • E falar em outro idioma lá fora para me sentir num comercial de curso de idiomas (kkkk!)
  • Ir à Disney
  • Ver neve
  • Voar de parapente
  • Saltar de bungee jump
  • Conhecer ao menos uma cidade em cada região do Brasil
  • Aprender a nadar direito
  • E depois nadar pelada (Eita! Olha elaaaa!)
  • Ler todos os livros da minha estante / do meu e-reader (esse é o mais difícil hahaha)
  • Escrever um livro
  • Andar em uma montanha russa que tenha looping (não, nunca fiz isso. Sim, eu morro de medo. Mas depois de voar de parapente ou pular de bungee jump, isso seria mole rs)
  • Fazer um curso de corte e costura
  • Casar (de preferência, na praia 💖 )
  • Fazer um retiro espiritual, desses em que a gente medita o tempo todo para se conectar com nosso interior
  • Ter um dia de relaxamento em um spa (esse quero fazer ainda neste ano, de preferência como presente de aniversário para mim mesma rs)
  • Adotar um bichinho (pode ser gato ou cachorro)
  • Fazer uma tatuagem
  • Acampar
  • Fazer um ensaio boudoir (que zegzi…)

Acho que consegui pontuar a maioria. Mas nada impede de acrescentar mais itens ao longo da vida. O que importa de verdade é fazer o que te faz feliz, independente de quantos anos você tem! 😊

Dica extra: Se você quiser ler um livro que trata com bom-humor a “crise dos 30” e garantir boas risadas, vale conferir o “Enfim, 30. Um livro para não entrar em crise”, da Jana Rosa e da Camila Fremder. É identificação garantida! hahaha!
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Resenha: Dias de Despedida

19.1.18


Parece que eu só tenho vindo escrever novos posts quando um novo livro me encanta, não é mesmo? Hehehehe... Mas isso é só porque gosto muito de dividir com vocês minhas impressões quando amo tanto alguma coisa que é impossível manter só para mim. =D E hoje conto um pouco sobre o maravilhoso livro Dias de Despedida, do Jeff Zentner! Primeiro, segue o resumo oficial do livro:

"Cadê vocês? Me respondam."
Essa foi a última mensagem que Carver mandou para seus melhores amigos, Mars, Eli e Blake. Logo em seguida os três sofreram um acidente de carro fatal. Agora, o garoto não consegue parar de se culpar pelo que aconteceu e, para piorar, um juiz poderoso está empenhado em abrir uma investigação criminal contra ele. Mas Carver tem alguns aliados: a namorada de Eli, sua única amiga na escola; o dr. Mendez, seu terapeuta; e a avó de Blake, que pede a sua ajuda para organizar um “dia de despedida” para compartilharem lembranças do neto. Quando as outras famílias decidem que também querem um dia de despedida, Carver não tem certeza de suas intenções. Será que eles serão capazes de ficar em paz com suas perdas? Ou esses dias de despedida só vão deixar Carver mais perto de um colapso — ou, pior, da prisão?

Quando eu imaginei que esse seria o livro enviado na caixa de dezembro do Turista Literário, fiquei com um pé atrás. Depois de ler a sinopse, achei que seria um assunto muito mórbido. Não costumo ser fã de YAs contemporâneos, pois sempre preferi os de fantasia (sim, leio YAs mesmo já tendo passado da idade, me julguem! rs). Sendo um dramático então, já torci logo o nariz: "detesto livros que me fazem chorar", foi o que sempre disse. Mas como confio muito na curadoria das meninas do Turista, resolvi dar uma chance. 



A caixa veio linda, como podem ver acima, com itens maravilhosos, o que me fez ficar encantada! Mas como suspeitava, o livro enviado era esse. Decidi que seria um dos últimos que leria, já que tenho vários na fila de TBR. No entanto, por causa de um evento no qual alguns assinantes combinaram de discutir essa leitura, decidi começar logo para poder participar da conversa.

E olha, ainda bem que eu fiz isso! Posso dizer que não me arrependi nem um pouco em confiar no bom gosto das meninas do Turista e que esse livro é maravilhoso! Extremamente delicado, poético, nada mórbido. Dias de Despedida, mexeu muito mesmo comigo. Para quem não sabe, perdi minha mãe quando eu tinha 15 anos. Foi algo muito difícil e dolorido para mim... E ainda é, mesmo quase 15 anos depois. Ler verdades tão absolutas sobre o luto e a dor de perder alguém querido me sensibilizou muito e me fez engolir o choro em muitos momentos para não "pagar mico" em público (rs)... A forma com que o Jeff Zentner fala sobre os sentimentos tão delicados atrelados à morte é algo incrivelmente fascinante. É lindo e de certa forma libertador. Cada frase lida que traduzia perfeitamente os sentimentos que nos preenchem quando perdemos alguém era equivalente a tirar parte do peso que achamos que só nós carregamos (e fica bem claro que muitas pessoas passam pelos mesmos sentimentos que nós e isso nos deixa menos solitários na dor).

No final, obviamente não consegui segurar as lágrimas (rs), mas até isso foi bom, porque elas lavaram parte da dor acumulada dentro de mim por todos esses anos. Não vou dizer que não dói mais, porque é claro que seria mentira. Mas posso dizer que ler este livro me fez lidar melhor com tudo isso e tornar a dor um pouco mais suportável. Como eu queria fazer um dia de despedida para minha mãe... Talvez eu faça, algum dia.

Bom, não vou me estender muito, porque esse é um livro que precisa ser lido e sentido, não dá para ser contado. Vou apenas deixar uns quotes dos meus trechos preferidos abaixo, para que vocês fiquem com um gostinho de quero mais! ;-)

→ "Engraçado como as pessoas passam por este mundo deixando pedacinhos de sua história para as pessoas que conhecem carregarem. Faz você pensar o que aconteceria se todas essas pessoas juntassem suas peças do quebra-cabeças." (P. 72)

→ "A noite chega, lenta como um cobertor caindo. A cidade é uma constelação de luzes, cada uma representando uma mão que acendeu uma lâmpada. Uma mão ligada a uma mente contendo um universo de memórias e mitos; uma história natural de amores e feridas.
      Há vida por toda parte. Pulsando, zunindo. Uma grande roda que gira. Uma luz que se apaga aqui, outra a substitui ali. Sempre morrendo. Sempre vivendo. Sobrevivemos até não sobrevivermos mais.
      Todos esses fins e começos são a única coisa realmente infinita." (P. 91)

→ "Nossa mente busca causa e efeito porque isso sugere uma ordem no universo que talvez não exista, mesmo se você acreditar em algum poder superior. Muita gente prefere aceitar uma parcela indevida da culpa por alguma tragédia do que aceitar que não existe ordem nas coisas. O caos é assustador. É assustadora uma existência inconstante em que coisas ruins acontecem a pessoas boas sem nenhum motivo lógico." (P. 229)

→ "Nossa memória dos entes queridos é a pérola que formamos em volta do grão de luto que nos causa dor." (P. 250)

→ "Na maioria das vezes, a gente não guarda as pessoas que ama no coração porque elas nos salvaram de um afogamento ou nos tiraram de uma casa em chamas. Quase sempre, nós as guardamos no coração porque, em um milhão de formas serenas e perfeitas, elas nos salvaram da solidão." (P. 272)

→ "O universo e o destino são cruéis e aleatórios. As coisas acontecem por inúmeros motivos. Acontecem sem motivo nenhum. Carregar nas costas o fardo dos caprichos do universo é demais para qualquer pessoa. E não é justo com você." (P. 372)

Uma observação: eu preciso deixar registrado que o Jeff é um fofo! Além de ter gravado um vídeo em português para os assinantes do Turista Literário (o autor morou no Brasil por dois anos, segundo informações da editora), fez questão de curtir e comentar em português as publicações que fiz sobre o livro no Instagram! Ou seja, além de ótimo escritor, é uma pessoa bacana. Me conquistou ainda mais. Hehehehe!
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Resenha: A (R)evolução das mulheres

22.11.17

Que livro senhoras e senhores, que livro! Depois de tanto tempo sem postar, A (R)evolução das mulheres é tão incrível que me fez ter vontade de vir aqui fazer uma resenha para vocês. Mas antes de dar minha opinião real oficial ®, segue a sinopse:

"Três anos se passaram desde o assassinato da irmã mais velha de Alex Craft. Mas, como é de costume, a culpa sempre recai sobre a vítima e o assassino segue sua vida em liberdade. Alex é uma menina forte e quer vingar sua irmã. Por isso, ela resolve atacar qualquer predador sexual que cruzar seu caminho e colocar a boca no mundo, usando a linguagem que conhece melhor: a linguagem da violência.

Mas o que aconteceu na noite do assassinato chama a atenção de Jack Fisher, o cara invejado por todos: atleta perfeito, que desfila de braço dado com a garota mais cobiçada. Ele deseja conhecer Alex profundamente. E, numa cidade pequena, onde todo mundo se conhece, esse repentino interesse vai desencadear uma série de crimes bárbaros.

Uma narrativa vibrante com cenas de grande impacto, A (r)evolução das mulheres é uma reflexão profunda sobre os abusos e estereótipos, que tiram a humanidade das mulheres. Mindy McGinnis nos mostra que as agressões perseguem a vida não só das vítimas, mas também daqueles que estão próximos a elas."

Então vamos à resenha! Quando vi esse livro na livraria, achei que fosse um estudo sobre o feminismo. Como o assunto me interessa, fui até ele e qual não foi minha surpresa ao perceber que se tratava de uma ficção YA (Young Adult)! Fico muito feliz em saber que as editoras e autores estão cada dia mais interessados em tratar temas importantes com esse público jovem, não apenas disponibilizar romances "água com açúcar" (não que nesse livro não tenha romance, mas isso eu vou discutir num tópico mais na frente). Então adquiri o meu na primeira oportunidade. Várias amigas me pediram resenha assim que acabasse de ler, então cá estou.

A primeira coisa que posso dizer é que não consegui largar esse livro até terminar! A escrita de Mindy McGinnis é fluida e te faz querer ir até o final (foi meu primeiro contato com a autora). Nem o fato da estória ser narrada por três personagens quebra muito o ritmo. Os narradores são a Alex, nossa protagonista; Jack, o "popular gostosão" da escola e que fica enlouquecidamente apaixonado pela Alex; e a Efepê (filha do pastor = FP), que é bem diferente do que o rótulo dela insinua e que se torna a melhor amiga da Alex. 

A Alex é uma garota com um passado cruel: teve a irmã, Anna, violentada e assassinada; uma mãe que é alcoólatra e um pai que as abandonou. Então ela se vê como perturbada, desde criança, já que sempre teve tendência a comportamentos violentos. Um "lobo enjaulado" e a irmã era a sua domadora, pois sempre a acalmava e protegia. Depois que ela se foi, o "lobo saiu da jaula" e agora ela dá vazão a esse lado violento: matou o assassino da irmã (mas ninguém sabe disso, só que ele morreu de forma bizarra) e não tolera nenhum tipo de comportamento abusivo.

Em um dado momento, há uma passagem em que dá a entender que ela mesma sofreu um abuso sexual, mas continua virgem de acordo com o que conta no livro. Essa passagem ficou meio confusa, até porque só é falada em um capítulo da Alex, e no meio de um devaneio dela. Então achei que essa é uma ponta solta, pois não ficou muito esclarecido o que realmente aconteceu com ela. Contudo, isso não atrapalha tanto o desenvolvimento da narrativa.

Apesar dessa representação de "garota perturbada", a gente descobre que ela não é uma psicopata fria e calculista, como parece. Alex é voluntária no abrigo de animais do condado, onde cuida dos animais com zelo, até se arriscando para protegê-los. É lá onde começa a amizade com Efepê, que também é voluntária, após a menina reparar melhor em Alex e nesse lado dela.

Alex salva Efepê de uma situação de perigo de uma forma bem sinista e na frente de várias pessoas, o que faz as opiniões sobre ela serem divergentes (não que ela se importe rs). Confesso que, no lugar dela, adoraria fazer o mesmo, mas não sei se teria coragem. Não achei nem um pouco injusto... Essa situação aproxima ainda mais as garotas.

Além disso, Alex é pura sororidade com as meninas da escola. Até em relação à garota mais popular, patricinha e "piranha": defende a menina contra os xingamentos, apaga dizeres nojentos das paredes dos banheiros e deixa claro que no caso de uma traição, quem deve ser responsabilizado é aquele com quem você tem um compromisso, muito mais do que a outra parte envolvida na traição (nunca esqueçam isso, ok?!). Enfim, ela é diferente!

E é esse jeito diferente que chama a atenção de Jack. Confesso que acho um porre ter que acontecer um romance em todos os livros, mas essa é uma fórmula que tem dado certo nos YAs, então não julgo tanto. Mas até que o romance dos dois funciona, porque a maneira dela ser faz com que ele queira mudar e deixar de ser um babaca (e isso sem ela tentar mudá-lo. Detesto quando a mocinha - nem sei se esse termo se aplica à Alex rs - fica querendo transformar o cara). Tudo bem que ele é meio babaca com ela em um certo momento, mas me solidarizo com ele e se vocês lerem o livro vão me entender rs.

Essas relações com o Jack e com a Efepê também mudam a Alex. Fazem ela sentir coisas que nunca imaginou ser capaz. Outras mortes ainda acontecem, mas as coisas não são mais como eram... E o plot desse livro é de cortar o coração! Terminei ele 1:30 da madrugada, aos prantos, e resolvi escrever a resenha assim que acordasse (mas o app do Blogger é uma porcaria, apagou meu post depois de escrito e eu precisei reescrever, por isso o post está indo ao ar tão tarde =\ ).

Sororidade, empoderamento, girl power, luta contra a agressão sexual, contra piadas machistas e misóginas, contra a banalização da violência contra a mulher e contra maus-tratos aos animais, tudo isso é discutido nesse livro. 

Enfim, para terminar a resenha sem dar spoilers e sem ela ficar mais gigante ainda, basta dizer que a Alex e suas atitudes modificam a cidade e principalmente a escola. A (r)evolução que dá nome ao livro acontece nas últimas páginas do livro e é emocionante demais ver a forma como os pensamentos e atitudes se modificam. Então, por favor, leia esse hino de livro! Só tenha em mente que é um YA e algumas pontas soltas acontecem, algumas coisas poderiam ser melhor desenvolvidas... Mas nada que desmereça a leitura.

Ah e, por favor, não faça a burrice de ir na última página da estória, antes dos agradecimentos, para ver quantas páginas ela tem (btw, são 341, não precisa ir lá conferir. De nada!) porque senão você vai tomar um PUTA SPOILER EM CAIXA ALTA NO MEIO DA CARA! Eu fiquei muito bolada! Editoras e autores, não façam isso, please! É uma baita sacanagem... 

Então é isso. Espero que tenham gostado e, caso leiam o livro, venham me dizer o que acharam. ;)
desafio

Coisas que eu não vivo sem

10.2.17
Alooouuu! Ainda tem alguém por aqui? 👀 
Eu sei, eu sei... eu não tomo vergonha na cara! Mas a verdade é que amo meu bloguíneo, mas tem vezes (muitas, pra falar a verdade) em que realmente fico sem saco nenhum para escrever. Só que de vez em quando, me dá na telha e tenho vontade de voltar a blogar. E olha que nem sou geminiana! #ALokaDosSignos ;-P

Infelizmente (ou não, sei lá), como já falei lá na página do Balaio no Facebook, ando bem enjoada dessa vibe do mundo bloguístico de resenha/look do dia/eventos/jabás. Estou tentando me entender neste novo momento da vida e achar sobre o que eu realmente queira e goste de falar. Então tenham um pouco (ou melhor, muita) paciência comigo que eu prometo me esforçar para voltar a escrever, mas não garanto mais frequência porque né, cansei de me iludir... Hahahaha!

Daí, para me inspirar um pouco, resolvi fuçar os arquivos de um grupo que eu gostava muito, chamado Rotaroots, que estimulava a blogagem coletiva, mas infelizmente está em hiato desde setembro de 2015. Então resolvi pegar umas blogagens antigas e fazer assim mesmo simplesmente porque eu quero e posso... rs #delicadeza. E a primeira que decidi fazer é falando sobre "coisas que não vivo sem". E, por favor, não me venham com "ar", "água"... ¬¬ Vamos falar de coisas indispensáveis porque eu amo, não por biologia...


Enfim, chega de lenga-lenga e vamos aos amores da minha vida rs. Eu decidi não numerar porque eles não têm uma prioridade definida para mim, ok? ;)

Amor

O jeito é de pedreiro, mas o coração é de mocinha. Ok, esse é um sentimento, é algo abstrato, mas não me imagino vivendo se amar e ser amada. E nem digo no sentido apenas de ter um namorado. Digo no sentido de se importar demais com algumas pessoas e saber que elas se importam comigo tanto quanto. De querer vê-las felizes e saber que elas também me trazem felicidade. Já dizia o poeta Renato Russo: "Sem amor eu nada seria".

Amigas

As amigas estão incluídas na categoria amor também, mas aqui destaco as especiais. Tenho vários amigos e amigas, mas algumas pessoas parece que nascem com um pedacinho nosso dentro delas e vice-versa. E aqui nem vou citar nomes, para não criar ciúme em ninguém (rs), mas as que se encaixam nessa categoria tão especial no meu coração sabem que é delas que falo aqui. Amo vocês! <3

Livros

Fonte: Tumblr

Sério gente, eu AMO ler! Nada me deixa tão feliz quanto ganhar um bom livro. Aliás, dica certa de presente para mim: está na dúvida? Me dá um livro de fantasia / ficção / policial que vou ficar felizona! rs. Os livros sempre estiveram presentes na minha vida - melhor presente da infância foi uma coleção enorme de livros que vinham em uma caixa especial e que eu adorava espalhar pelo chão da sala e ler todos de uma vez - e sempre estarão. Com eles, me sinto viajando para diversos lugares incríveis, conheço personagens apaixonantes e odiosos. Vejo o ordinário e o incrível. Não consigo MESMO viver sem. E, com certeza, foram muito influenciadores em quem sou hoje, na escolha da minha profissão e no meu amor pela escrita.

Música

Fonte: Feira da Música 2015

Imagine o mundo sem música. Conseguiu? Nem eu! Não consigo nem imaginar o quanto a vida seria muito sem graça sem música. Eu amo demais ouvir acordes melodiosos, belos riffs de guitarra, um bom baixo bem grave e uma batera nervosa... Nem deu pra perceber que o que gosto mesmo é rock né bebê? Alguns estilos de "música" (até botei entre aspas porque têm uns que ainda tenho minhas dúvidas se são música mesmo) eu não curto e até ficaria bem feliz se não existissem (rs), mas apesar do eterno amor pelo rock, tem outros estilos que curto bastante. Basta a música tocar minha alma que vou gostar, independente do ritmo ;).

Carboidratos

Fonte: Pizza Hut

Já imagino as adeptas do lowcarb querendo me apedrejar aqui, mas desculpaê, eu não vivo sem. Já até tentei, mas parece que vou desmaiar, morrer, quando tento não comer e focar na salada/proteína. E quanto mais "gordice" (odeio este termo, mas na ausência de um melhor, usei esse mesmo) for, melhor: pizza, batata frita, lasanha, aipim, farofa... AMO! Nenhuma dieta vale a separação destas delícias... Taurina né mores, hahahaha!

Café

Fonte: hoga.com.br

Eu já detestei até o cheiro do café, acredita? Mas depois de encarar uma faculdade de Jornalismo com aulas às 7h da manhã, para as quais eu tinha que acordar umas 5h, a gente aprende a gostar, não é mesmo?! Necessidades... Hoje eu não fico nem um dia sem e cheguei a comprar uma máquina de café expresso e estudar os diferentes tipos de café (#phyna #rycah #SQN). Aroma, sabor, nuances... aprecio tudo mesmo e já acordo todos os dias na vibe do tio do café

Ar-condicionado

E por último, mas não menos importante, ele, o meu amor de todos os verões no Hell de Janeiro: o ar-condicionado! Tá certo que até um mês atrás, aproximadamente, eu não tinha em casa e, por isso, cada verão era uma morte lenta. Agora eu ainda odeio o verão, mas fico um pouco menos irritada porque durmo no fresquinho rs. Mesmo, não dá para viver feliz no Rio sem ar-condicionado não minha gente. Um beijo para o Willis Carrier, onde quer que ele esteja. Esse homem que você nem deve saber quem é, mas já considera tanto.

É isso meu povo! O post ficou enorme, mas espero que vocês curtam minha lista. E aí, me conta, o que você não consegue viver sem? Beijos!
dicas

Receita fácil e prática de sopa de ervilhas

14.6.16


Oi oi galera! Trouxe hoje um post rapidinho, só para compartilhar uma dica de receita vapt-vupt com vocês. Eu AMO sopa de ervilhas, mas toda vez que ia procurar uma receita na internet, vi que tinha que cozinhar a ervilha que vende em saquinho em panela de pressão, que nem feijão. Só que eu tenho uma baita preguiça do trabalho que isso dá e queria uma forma mais rápida e fácil de fazer a bendita da sopa para aproveitar nesse friozinho. Eis que resolvi inventar uma receita e não é que deu super certo? Compartilhei a foto no Instagram (me segue lá) e no Facebook e muita gente curtiu. Daí, como o que é bom e prático merece ser dividido, vim aqui passar a receita para vocês. Vem comigo!

Ingredientes:

  • 2 latas de ervilha
  • 1 cubo de caldo de legumes
  • 500 ml de água
  • 3 dentes de alho
  • Azeite
  • Linguiça fininha (eu usei 2, mas pode colocar a gosto)
  • Sal a gosto
  • Alho torrado para decorar (opcional)

Modo de preparo:

  1. Coloque os 500 ml de água numa panela e coloque o caldo de legumes para dissolver, conforme as instruções da embalagem.
  2. No liquidificador, coloque metade do caldo de legumes pronto e quente e as 2 latas de ervilha. Bata e vá acrescentando o restante do caldo, de acordo com o ponto que preferir (se mais cremosa, use menos caldo) até ficar homogêneo. Reserve.
  3. Na panela, coloque os 3 dentes de alho amassado, um fio de azeite e doure.
  4. Acrescente a linguiça picada na panela e dê uma fritada.
  5. Acrescente o creme de ervilhas que havia reservado e sal a gosto (preste atenção porque o caldo de legumes e a linguiça já possuem sal). Mexa e espere dar uma fervida (não deixe de mexer de vez em quando para não queimar). Desligue o fogo.
  6. Sirva e coloque o alho torrado por cima.

É isso gente! Viu que difícil? Hahahaha! Bem mais fácil do que a de panela de pressão e fica muito gostosa também, garanto. Então se vocês fizerem, me contem o que acharam. E bom apetite!
Coletor Menstrual

​​Coletor menstrual - o que você quer (ou deveria) saber, mas ninguém fala

17.2.16
​Oi oi galera! Então, cá estou eu novamente tentando voltar com o blog. Agora que o ano finalmente começou (porque nesse país nada anda antes do Carnaval rs), quem sabe eu finalmente engreno, não é mesmo? #Oremos. E para começar bem o ano, já venho logo com assunto polêmico porque sou dessas! hehehe. Vamos falar de coletor menstrual?

Imagem: Divulgação InCiclo

Se você é mulher, antenada e vive conectada assim como eu, provavelmente já pelo menos ouviu falar sobre ele. Se ainda não ouviu, vemk que eu te explico: os coletores menstruais vêm sendo amplamente divulgados como uma alternativa sustentável, ecologicamente correta e como opção para meninas que não conseguem se dar bem como os absorventes externos ou internos que existem atualmente no mercado. Trata-se de uma espécie de "copinho" feito 100% em silicone medicinal, que não interfere na umidade natural da vagina e é hipoalergênico e não contém substâncias químicas, ao contrário dos absorventes comuns.

Então, traduzindo pro bom português, é um copinho que você vai colocar na ppk e ele vai coletar o fluxo. Depois de um tempo, você retira, esvazia ele, lava e coloca novamente. Sem produção de lixo, sem contato com o ar (que é o que faz realmente aquele odor desagradável, com o coletor não rola o cheiro) e com muito mais conforto porque, pelo menos no meu caso, eu quase esqueço que estou "naqueles dias" (oi vó, é você falando?! rs).

Eu não vou me estender explicando o que é, benefícios, etc porque posts sobre isso você vai encontrar aos montes na internet. Se você quiser saber mais sobre o que o fabricante fala, vou deixar aqui o site do que eu comprei para você dar uma olhada (não é publi, só que esse é o que eu comprei e minhas experiências se baseiam nele).

Meu post é para dizer o que ninguém te conta sobre o coletor (lembrando sempre que é do meu ponto de vista). Então se você tem um monte de dúvidas, assim como eu estava antes de usar, e não acha as respostas, segura na minha mão que vou te contar:

Dica 1 - Corte as unhas 
Parece piada, mas é sério miga! Corta as unhas quando você estiver começando a usar. Depois que você pegar a prática, pode até tentar deixar crescer. Mas enquanto estiver aprendendo, vai por mim, melhor deixá-las curtas. Experiência própria... Sempre curti unhas enormes, mas no primeiro ciclo com o coletor, vi que não ia rolar. Sério, vai por mim! Puta dor que dá quando você "pinça" com a unha sem querer lá dentro na hora de tentar tirar. #SadButTrue

Dica 2 - corte o maldito cabinho
O coletor vem com um cabinho na base para, teoricamente, "facilitar" a retirada. Olha, pode até ter sido essa a intenção, mas essa praga desse cabo incomoda que só! Sério, como o coletor não deve ser colocado muito pra dentro, o cabo fica muito próximo à saída do canal e machuca. Pelo menos nesse modelo que eu comprei. Depois de pesquisar, vi que outras marcas tem com diversos formatos desse puxador (haste, que é esse mais comum, bolinha, anel) e até sem nada, só o copinho mesmo. Mas da marca que eu comprei, só tem esse formato e olha, que treco incômodo! Eu perdi o medo e cortei o cabo logo no 2° ciclo e, aí sim, ficou bom. Não cortei tudo, mas diminuí o máximo que pude (tem uma parte só de haste e outra que já vira o fundo do coletor. Cortei nesse limite). Não esqueça de lixar a ponta depois de cortar, para evitar qualquer rebarba que possa machucar.

Dica 3 - Relaxe!
Seja na hora de colocar ou na hora de retirar o coletor, é preciso estar calma e relaxada, senão o troço não funciona nem com reza braba! Para colocar, basta você dobrar da melhor forma que achar (no meu caso, só funciona a "punch down"), relaxar e tentar colocar. Tem que se certificar que ele desdobrou. Basta passar o dedo em volta dele para ter certeza que ele tá ok e que pegou vácuo (isso é importante, se não pegar, vaza. Tenta dar uma puxada, se sair fácil, tá sem vácuo. Tira e recoloca). Lembra de sempre colocar ele para trás (em direção ao bumbum), não para cima que nem o OB. E ele fica mais baixo do que o OB também, cerca de 1cm para dentro do canal vaginal só.

Para retirar, mesma coisa: calma é fundamental. Pode ser sentada no vaso, pode ser no banho. Como você ficar melhor. Se ele subir muito, dá uma empurradinha com o "músculo do xixi" sabe? Isso facilita que ele venha mais para a entrada, daí só você usar os dedos para pinçar ele. É importante quebrar o vácuo com os dedos, senão não sai. Nos primeiros ciclos, eu não não conseguia tirar como facilidade e dava um mini desespero de não conseguir nunca mais tirar o troço e ter que ir pro hospital para pedir ajuda (imagina a cena: "oi, to com um troço preso na ppk, me ajuda a tirar?" huahuahuahua), mas isso não acontece amiga, pode ter certeza! Quando rolar esse surto, respira, relaxa e descontrai os músculos, mete a mão e puxa que sai!

Imagem: Divulgação InCiclo

Dica 4 - Higienização
Quando eu comprei, batia uma puta neura de "como vou limpar esse treco na rua?". Mas acredita em mim, dificilmente você precisará passar por isso. Estou usando há 4 meses e nunca precisei. Isso porque você pode ficar até 12h com ele sem esvaziar. "Ai Dany, impossível! Meu fluxo é muito grande, parece que vou morrer de hemorragia. Esse treco vai vazar em menos de 4h". DUVIDO amiga! Eu também achava que meu fluxo era imeeenso, que ia vazar, mas isso é uma impressão errada que temos causada pelos absorventes externos. Isso acontece porque quando estamos com os absorventes externos, a "espalhabilidade" (nem sei se essa palavra existe, mas se não existir, inventei RS) do fluxo dá essa sensação. Uma das vantagens do coletor menstrual é que ele proporciona conhecimento do seu próprio corpo. Você passa a ter noção do real fluxo da sua menstruação e percebe que ele não é, nem de longe, tão grande quanto você imaginava.

Para lavar o coletor basta utilizar sabonete neutro. Pode ser aquele de bebê da Granado (o amarelinho líquido sabe?). E ao final de cada ciclo, é só você ferver ele por cerca de 5 minutos em uma panela esmaltada (não pode ser teflon nem alumínio que soltam resíduos que estragam o silicone) e guardar no saquinho de pano que vem com ele. Se ele começar a ficar amarelado (o ph vaginal, os produtos usados para limpeza e outros fatores podem causar isso), basta colocar bicarbonato de sódio na hora que for ferver ele. Nos sites dos fabricantes costumam ter as instruções em relação à quantidade de produto a ser usado, só procurar. ;)

Dica 5 - Indo ao banheiro
Dá para fazer o n° 1? Dá sim, de boa. Demora um pouco mais que o normal, porque o o "jato de xixi" fica reduzido. Acredito que isso deve acontecer porque o coletor deve pressionar um pouco o canal vaginal e, consequentemente, o da uretra também deve sofrer uma leve pressão. Mas nada desesperador nem incômodo. É só ter um pouco mais de paciência.

Dá para fazer o n° 2? Também dá, mas acho meio desconfortável. Tipo assim, o coletor não vai cair nem nada, mas como tem que fazer uma certa força, ele pode ir um pouco mais para fora e esse deslocamento não acho legal, só na hora de tirar o coletor mesmo. E além disso, o esforço para fazer o n° 2 acaba sendo maior, pelo mesmo motivo que expliquei do xixi: o coletor deve pressionar um pouco os dois canais ao redor né?! Então para o n° 2, acho mais prático sem o copinho.

Dica 6 - não tenha nojo do seu corpo
"Aí Dany, cê tá me dizendo que vou ter que pôr a mão na ppk quando estiver menstruada?! ECA, que nojinho!". Miga, APENAS PARE! É o seu corpo e você não tem que ter nojo dele. Menstruar é natural e não tem nada de nojento. E afinal, você já não tinha que pôr a mão pra lavar, oras?! Mais nojento é ficar com o fluxo no absorvente, em contato com a pele, aquele treco ali podendo proliferar bactérias e causando aquele cheiro horroroso... ECA! Isso sim dá nojinho. Depois que passei a usar o coletor, me sinto bem mais limpa, sequinha e confortável durante a menstruação. Você pode esvaziar e limpar no banho mesmo, então nada de torcer o nariz.

Uma coisa que eu queria dizer, mas que não é bem uma dica, é mais uma experiência pessoal. Quando eu conto que estou usando o coletor menstrual, algumas amigas me perguntam várias coisas (a maioria dá pra descobrir nos sites das empresas que vendem, por isso não vou me ater a isso aqui) e me perguntam principalmente se não incomoda e se não vaza. A primeira dúvida, já expliquei para vocês: depois que cortei o cabo, não. Quanto a segunda, nunca vazou no dia a dia. Mas para dormir, sim. Não sei qual a treta que dá no meu corpo ao longo da noite (não sei se me mexo muito durante o sono), mas já aconteceu de vazar algumas vezes. Na teoria, você pode dormir com ele (a menos que você durma mais de 12 horas, o que acho que não é o caso de ninguém RS), mas na prática, não tem dado muito certo pra mim. Vou ter que descobrir o que tá rolando e me adaptar. Não é o ideal pra mim, mas talvez eu tenha que colocar um protetor de calcinhas na hora de dormir para garantir.

Outra coisa: antes de usar, falei com minha ginecologista para me certificar que era seguro e que tudo o que o fabricante fala não é conversa fiada. Ela me disse que não tem nenhum aumento de risco, pelo contrário, diminui se comparado aos outros métodos porque o silicone não é reagente. Basta higienizar bem as mãos antes de manipular e manter o coletor limpo. O resto é mais uma questão de preferência e adaptação, segundo ela.

É isso gente. O post ficou enorme, mas achei importante compartilhar com vocês. Ia fazer em vídeo, mas fiquei com uma baita preguiça de editar RS. Se tiverem mais dúvida, deixem nos comentários que tentarei ajudar. Se alguma de vocês já usa e quiser me contar algum "causo" ou me dar dicas também, fique à vontade!

Update (14/02/17): Já têm uns quatro ciclos que não tenho nenhum vazamento durante a noite. Acredito que tenha sido algum problema de desdobramento, criação de vácuo ou de posicionamento mesmo que, com o tempo, peguei a prática. Vi que o segredo é ter paciência e, caso não tenha certeza se o coletor está corretamente posicionado e vedado pelo vácuo, melhor tirar e tentar colocar novamente. E dê uma puxadinha para ver se sai com facilidade. Se sair, estava mal colocado. Tem que ser bem difícil (praticamente impossível) de retirar sem quebrar o vácuo.
dica

Cinco séries que vale a pena assistir

20.10.15
Oi oi galera! Feriadão da semana passada me deu preguiça de escrever então ficamos sem post por aqui rs. Mas aproveitando o clima do feriadão que foi de muito tempo em casa em frente ao Netflix, trago hoje 5 sugestões de séries para vocês! \o/

Eu gosto muito de séries, mas nem sempre consigo acompanhar todas que gostaria (afinal, haja tempo! Senão não faria mais nada da vida hahahaha!). Por isso, têm várias na minha listinha de desejos esperando uma brechinha na agenda. Mas algumas eu tenho acompanhado em tempo real e outras (raríssimas) já consegui ver até o final. Nessa lista tem 3 que estou acompanhando, uma que terminei e uma que estou louca para pôr em dia (mas ainda não deu T.T). Então vem comigo!


Once Upon a Time

Essa é até covardia, porque absolutamente todo mundo que curte fantasia já, pelo menos, ouviu falar! Sério, amo de paixão e estou acompanhando em tempo real com os EUA. Sai lá, vejo aqui assim que fica disponível. É viciante! Já está na 5ª temporada e cada episódio tem, em média, 45 minutos. Mas passam voando! Fico tipo: “OMG tenho que ver o próximo logo, socorr!!!” rs. Para quem ainda não conhece (onde você estava?!), segue a sinopse do enredo principal da série, mas lembrando que já passou muita água embaixo dessa ponte nas cinco temporadas...

Once Upon a Time é um drama sobre uma mulher (Jennifer Morrison de ‘House’ e ‘How I Met Your Mother’) que se muda para uma cidade aonde contos de fadas são reais. Ginnifer Goodwin (Big Love) interpreta Branca de Neve. Na história, a Rainha Má da Branca de Neve coloca um feitiço nos habitantes da cidade Storybrooke, no interior do Maine, o que faz com que eles se esqueçam que são personagens de contos de fadas. Entre eles, Branca de Neve e seu Príncipe Encantado (Josh Dallas) que, tentando livrar Emma, sua única filha, do poder da Rainha, entregou a menina para adoção. Agora, a Rainha Má é a prefeita de Storybrooke, conhecida pelo nome de Regina (Lana Parrilla, “Miami Medical” e “Swingtown”). Seu principal objetivo é destruir a Professora Mary Margaret (Ginnifer Goodwin, de “Big Love”), na verdade Branca de Neve, que não está casada com David Nolan, seu Príncipe Encantado. Decidida a se defender de Regina, Margaret pede ajuda ao senhor Gold, na verdade Rumplestiltskin (Robert Carlyle, de “Stargate Universe”), um especialista em magia negra.


Orphan Black

Essa eu comecei a assistir por indicação e insistência de alguns amigos e achei impressionantemente boa! Para quem curte estórias de ficção científica, é um prato cheio. Mas também tem muita ação! É daquelas séries em que cada episódio parece um “season finale” sabe?! Parece que já tem 3 temporadas, mas eu só vi até o final da segunda (obrigada pelo atraso, Netflix...). As personagens são ótimas, muito diferentes entre si. E a maestria da Tatiana Maslany em interpretar todas elas é genial! Segue a sinopse:

Depois de presenciar o suicídio de uma mulher (que é exatamente como ela) em uma estação de trem, Sarah Manning (Tatiana Maslany) faz o que qualquer um faria: assume a identidade da suicida para tentar resolver os próprios problemas financeiros. Mas logo ela descobre que está no centro de um mistério que vai mudar sua vida, quando se vê cara a cara com mais três mulheres idênticas a ela. Todas são clones, e precisam salvar as próprias peles enquanto tentam descobrir quem são os responsáveis pelos experimentos genéticos.


Sense8

Essa série eu também comecei a ver por indicações (nesse caso, do namorado que ficou super animado ao ver). Sense8 narra a história de oito estranhos, os chamados sensates, que de repente começam a meio que a “compartilhar um cérebro coletivo" (ou quase isso). Basicamente, eles compartilham sensações, pensamentos e experiências uns dos outros. Também é uma série de ficção, a primeira do Netflix desse tipo, mas embora a história geral seja a respeito da evolução das capacidades humanas, as pequenas divisões na trama vão além e giram em torno da condição humana, abordando questões sociais, psicológicas e existenciais. 

É engraçado porque vi pessoas que acharam a série tipo “WOW!” e gente que falou que era péssima. Eu achei o enredo bem interessante, mas as atuações nem sempre são as melhores. Confesso que a curiosidade de entender “WTF is going on here?” foi o que mais me motivou a ver, pois a série realmente te deixa confuso, tentando compreender o que acontece, assim como confunde os próprios personagens. 

Foi escrita, dirigida e produzida pelos irmãos Wachowskis (Matrix), então dá para imaginar o que esperar. Eu curti bastante, achei o enredo original, além de sempre ter uma mensagem de trabalho em equipe, de “seja você mesmo, ainda que todos queiram que você mude”. O respeito às diversidades é trabalhado, os cenários são ricos (belos e detalhados), tem bastante ação e emoção (cheguei a ficar tocada em vários momentos, até chorei rs) e uma pitada de conspiração do governo (algo que sempre acho interessante). Se você curte esse tipo de tema, pode curtir a série, mas tenha em mente que, às vezes, os personagens são bem caricatos. Mas se isso não for problema para você, vá em frente! Tem uma temporada até agora, mas já renovaram para a segunda (ainda sem data prevista de estreia).


Dexter

Ok, podem dizer que essa é clichê demais, mas para mim, Dexter foi uma das séries mais incríveis que acompanhei! Foram 7 temporadas (infelizmente já acabou) e eu não consegui largar até acabar! O último episódio foi bem cagado e algumas temporadas meio “nhé”, mas mesmo assim, valeu assistir. Eu sempre curti essa temática de serial killer, gosto de saber um pouco mais sobre como as mentes deles funciona (criminal minds também é muito boa e nessa linha, vale a dica). Mas ver uma série usando um serial killer para “fazer o bem” canalizando seu instinto para matar criminosos comprovados, mas que por algum motivo saíram impunes, achei sensacional! Claro que, no percalço, muita merda aconteceu e o Dexter precisou rebolar para entender quem ou o que ele era afinal... Tem que ver para entender... rs. A sinopse oficial:

Dexter Morgan (Michael C. Hall) é adotado aos três anos de idade por Harry Morgan (James Remar) e Doris (Kathrin Middleton), depois de ter se tornado órfão. Após detectar sua tendência homicida, o pai de Dexter decide ensinar a ele um código no intuito de canalizar a raiva do filho para situações mais propícias à violência. Nesta nova lógica, Dexter deve matar apenas assassinos de pessoas inocentes com a condição de provar sua culpa. Ele inicia o desenvolvimento de diversas estratégias usando seu conhecimento e a experiência para realizar sua nova função.


New Girl

Para vocês verem que não acompanho apenas séries densas (rs), entra na lista a fofinha “New Girl”. Essa é daquelas séries levinhas, de apenas 25 minutinhos por episódio, que te fazem rir com um monte de besteiras, mas que causam uma identificação imediata. A sinopse: 

A série conta a história de Jess, uma garota esquisita e adorável que se vê em uma situação complicada: ela foi traída pelo namorado e precisa arrumar um novo lugar para morar. Ela acaba encontrando um apartamento no qual residem três homens solteiros: Nick, Schimidt e Coach (respectivamente um barman, um mauricinho metido a Don Juan e um personal trainer).

Para ajudar a garota a se recuperar da decepção e seguir com sua vida, Jess ainda terá como companhia a modelo Cece, sua amiga de longa data. Ela é o ponto de equilíbrio de Jess, trazendo conselhos, dicas e muito jogo de cintura para amiga atrapalhada.

Nessa estou bem atrasada, mas como é curtinha, acho que consigo pôr em dia em um feriadão (quem sabe no final do mês rs). Se não me engano, tem 4 temporadas disponíveis e já renovou para a 5ª.

É isso, espero que gostem das dicas! E aí, já viram alguma? Curtem? Detestaram? Me contem nos comentários! Beijos!
dica

Bandas de rock underground que eu curto

6.10.15
Para quem não sabe, eu participo do programa Araribóia Rock News, que vai ao ar toda terça-feira, às 20h, numa rádio comunitária aqui de Niterói (RJ), a Oceânica FM (pode ser ouvida pela galera da RO de Niterói em 105,9 FM ou pela internet em todo o mundo: www.oceânicafm.radio.br) e que dá espaço para a galera do rock underground. E fazendo parte dessa equipe, conheci muita banda boa, que realmente só precisa ser ouvida para que a galera curta e divulgue. 

Dentre as bandas ótimas que conheci, claro que algumas conquistaram um espacinho na minha playlist e no meu coração hehehe. Então, hoje resolvi listar para vocês as dez bandas independentes nacionais de rock que eu mais escuto. Vale deixar claro que têm grupos de diferentes vertentes, desde os mais pesados aos mais leves, vocais masculinos e femininos, alguns que muita gente nem considera rock (rs) mas são bandas alternativas que eu curti. E também curto algumas que não têm muitas canções gravadas, mas dei prioridade às que tivessem pelo menos mais de 5 músicas gravadas, para que vocês possam escutar bastantes antes de decidirem (rs). Então, se você curte rock como eu, vem comigo dar uma chance para essa galera!

1 – Kapitu: Daqui de Niterói e é minha preferida! Sério, não escondo de ninguém minha admiração pelo trabalho dos caras e inclusive já falei deles aqui. Virei fã no primeiro álbum - o Utopia - e ajudei, através de crowdfunding, na gravação do segundo - chamado Vermelho - que eles lançaram recentemente (fui, inclusive, no show de lançamento). Não consigo parar de ouvir! Hehehe. Eles vão da explosão de energia em algumas faixas, à introspecção em outras e isso é o que mais me encanta no trabalho da Kapitu. Vale a pena escutar!


2 – Reduto: Essa é carioca da gema (rs). O som é redondinho também, com letras ótimas e pegada forte. Cada canção tem uma forma, mas todas têm a cara deles, sabe?! Curto muito também! To sempre ouvindo e as letras grudam demais na cabeça hehehe. Até camisa da banda eu já comprei (e também uma em homenagem a uma das músicas deles, Alice).



3 – Balba: Essa canta em inglês, apesar de ser carioca também. Se você não souber que eles são daqui, acredita até que é gringa mesmo. Eu costumo preferir bandas nacionais que cantem em português (#RenatoRussoFeelings #SíndromeDoSuperStar), mas a Balba conquistou o 3º lugar do meu ranking porque o som deles é de muita qualidade. 



4 – Hover: Essa também canta em inglês. É de Petrópolis (RJ) e tem um som muito “filme teenage gostosinho”. Não sei se eles encarariam isso como elogio (rs), mas pode crer que é! Gosto muito de som que já parece que é trilha de filme hehehe.



5 - Drenna: Claro que vocal feminino não poderia faltar nessa lista! A também carioca Drenna (que é o nome da vocalista e também o da banda) tem um timbre muito gostoso de ouvir, as letras são muito interessantes e o instrumental é rock de primeira!



6 - Vestígios: Outra banda do Rio com vocal feminino e que eu curto bastante também. Essa tem uma levada que eu diria ser até mais leve, mais para o pop/rock. Vale para aqueles momentos que a gente tá precisando dessa vibe mais suave.


7 - Parola: Saindo do pop/rock para uma porradaria maior, a Parola tem um som pesado e carregado de letras que nos fazem pensar. Sério, se eu estiver num "momento de crise" nem ponho a Parola para tocar porque pesa mesmo. Mas estando bem e disposto a por o senso crítico para funcionar, vale muito a pena escutar! Os integrantes são de Niterói e São Gonçalo. 



8 - Lougo Mouro: Essa é de Niterói e é pra quem curte bandas no estilo Charlie Brown Jr., com aquele "rock skater". Gosto bastante do som deles, me faz querer "bater cabeça" hahaha!



9 - Menores Atos: Tem um som que eles definem como visceral, sincero e intenso. As letras são fortes e as melodias marcantes. Eu acho bem interessante! Gosto de sons diferentes também... =) Infelizmente acho que eles não tem clipe ainda, só achei o vídeo no YouTube do álbum Animalia completo. Deixo aqui para vocês, mas busquem mais informações no perfil oficial da banda.



10 - Little Drop Joe: A ÚNICA que fugiu do RJ hahahaha! Essa na verdade é um duo de rock. Eles são de SP, mas têm forte influência da música nordestina no som deles, então entra no lance de "sons diferentes" que falei ali em cima. 



Menções honrosas - Scalene e Vivendo do Ócio: Essas duas bandas eu não sei se considero mais como alternativas, afinal já são mais conhecidas do público. A Scalene é de Brasília e participou do Superstar. Tem um som bem experimental em algumas canções e eu curto essa ousadia. Já a Vivendo do Ócio é baiana e tem um som bem gostoso, que me faz querer estar nas praias do Nordeste rs. Mas o som tem muita qualidade e eles já têm uma estrada aí, então não tem como não bater palmas para os caras... 





É isso pessoal, espero que vocês gostem tanto das bandas quanto eu gosto! E se curtirem o som, não esqueçam de acompanhar o trabalho deles nas redes sociais, ouvirem as músicas, compartilharem com os amigos e, PRINCIPALMENTE, irem aos shows, pois tudo isso é muito importante para todas as bandas.

Beijos!
dica

Resenha do livro A Comissão Chapeleira, de Renata Ventura

2.10.15

Oi oi pessoal! Vocês devem lembrar que há algum tempo atrás eu fiz uma resenha de um livro chamado A Arma Escarlate, da Renata Ventura. Pra quem ainda não leu, pode ler nesse link aqui. Pois então, ele era o primeiro de uma série que a Renata está escrevendo e ela já lançou o segundo, que se chama A Comissão Chapeleira, eu já li e hoje venho trazer a resenha dele para vocês.

Antes de continuar meu parecer, um breve resumo da obra para vocês:

"Atormentado pelos crimes que cometeu em seu primeiro ano como bruxo, tudo que Hugo mais queria naquele início de 1998 era paz de espírito, para que pudesse ao menos tentar ser uma pessoa melhor. Porém, sua paz é interrompida quando uma comissão truculenta do governo invade o Rio de Janeiro, ameaçando uniformizar todo o comportamento, calar toda a dissensão, e Hugo não é o único com segredos a esconder.

Para combater um inimigo inteligente e sedutor como o temido Alto Comissário, no entanto, será necessário muito mais do que apenas magia. Será preciso caráter. Mas o medo paralisa, o poder fascina, e entre lutar por seus amigos ou lutar por si próprio, Hugo terá de enfrentar uma batalha muito maior do que imaginava. Uma batalha com sua própria consciência".

Vejam bem, já terminei de ler há algum tempo, mas só agora consegui parar para resenhar. Primeiro porque eu estava sem tempo e segundo porque precisava digerir o livro, porque Senhor, que peso! Não só no sentido literal (são 655 páginas), mas no sentido figurado: A Comissão Chapeleira é uma obra pesada, uma verdadeira porrada no estômago! Fiquei dias me sentindo mal quando terminei, com uma ressaca literária sem precedentes. E vejam bem, isso é bom! Sinal de que o livro foi muito bem escrito.

Como está escrito no resumo do livro, o começo conta como ficou a vida de Hugo após seu primeiro ano conturbado na escola Nossa Senhora du Korkovado. O menino está num momento mais tranquilo, tentando se redimir das burradas que fez – mas não sem enfrentar as consequências e o peso na consciência por tudo. Eu disse na resenha do primeiro livro que o protagonista não me descia, não conseguiu minha empatia. Mas nesse segundo, ele está demonstrando uma busca por amadurecimento (muito pela influência do Capí, o personagem quase sacro da saga) e isso me fez “implicar um pouco menos” com ele. Esse momento aparente de calmaria tem como pano de fundo uma eleição no mundo bruxo brasileiro, na qual muitos conceitos já conhecidos como corrupção, guerra de poder entre outros aspectos são abordados.

Essa calmaria, depois que terminamos de ler, podemos perceber que é na verdade um momento de respiro, de fôlego, para o sufoco que estamos para enfrentar! No desenrolar do livro uma tragédia no mundo político dá início à complicação na trama, pois o candidato que é eleito instaura uma comissão que é mandada aos colégios do país para "pôr os alunos na linha", implantando regras absurdas, controlando tudo com “varinhas de ferro” (oi Ditadura, é você?), vasculhando e expondo segredos... E como Hugo tem “o rabo preso”, fica meio desesperado com isso tudo. Para piorar, o líder da Comissão – o grande vilão da saga – é ardiloso, inteligente, sagaz e imponente. Ao mesmo tempo em que impõe o medo, tem capacidade para seduzir e envolver pessoas que se fascinam com o poder (oi Hugo!). A partir daí tudo se desenrola (ou enrola mais ainda, sei lá!). Não dá pra falar muita coisa sem dar spoiler.

Se posso tentar definir esse livro com poucas palavras, posso dizer que é intenso, chega a ser absurdamente cruel! A Renata é má demais! Tem violência, tortura de personagens queridos que fazem a gente sentir junto com eles a dor, morte de criancinhas. Por muitas vezes me vi prendendo a respiração e tive que lembrar de puxar o ar. Sério, dá muita raiva na gente ao longo do livro...

Mas também é tão envolvente que não dá vontade de parar! Perdi a conta de quantas vezes nem vi a hora passar, fiquei lendo por horas e ouvi meu pai dizer “fecha esse livro e vai dormir menina que já são 2h da madrugada” hahahaha! Você pensa, “ok, só mais esse capítulo...” e a mulher termina ele com algo que te faz pensar “MAZOQ?! PRECISO saber o que acontece agora SOCORRO!” hahuauahhuahua!

Não tem só desespero, tem momentos muitos legais também, como saber os detalhes da escola do “Caramurus”, que é a da Bahia. Toda a parte de cultura brasileira e de história do Brasil que a Renata aborda e a maneira como ela mistura isso tudo com ficção é muito interessante também. Fora algumas cenas que me fizeram rir muito também (nunca imaginei que um personagem como o Índio seria capaz de um escape cômico tão legal hahaha!).

Resumindo? É muito bom, me ganhou mais do que o primeiro. E como dizem os leitores da Renata e que é alertado na contracapa, “encomende um coração a mais, ou até dois, e ainda não serão suficientes”. Já estou na expectativa pela continuação da saga e até lá, vou fazendo meu check-up médico. Mas se não morri em ACC, acho que meu coração ainda aguenta mais uns baques...
dicas

Links que eu curti

28.9.15
Oi oi pessoal! Se tem uma coisa que eu gosto é de "passear pela blogofera" e achar posts maneiros com os quais me identifico ou que tenham algo legal, tipo tutorial ou DIY. E como sou dessas que gostam de espalhar o amor e compartilhar esses links legais que acho com todo mundo, resolvi criar uma categoria de post com links legais mais recentes que eu curti. Vejam bem, não vai ser "links legais da semana" porque não vou postar, necessariamente, toda semana. Mas de vez em quando eles vão rolar por aqui. E se vocês derem um retorno legal, continuarei fazendo sempre que der.

Então vamos a eles:



Eu me amarro no GWS - Girls Whit Style e volta e meia leio um texto lá que diz tudo que eu gostaria de falar. Foi assim com esse aqui da Nuta, que fala sobre como se sentir melhor com você mesma e com seu estilo. Vale a pena dar uma olhada e, se você não conhecia essas meninas maravilhosas, passar a acompanhar o blog ;)


Esse texto aqui da Carol falou exatamente como eu tenho me sentido diante de tanta inovação tecnológica e da "falta de ar" que às vezes eu sinto quando todo mundo acha que você tem a obrigação de estar conectado 24h por dia. O texto é muito lindo e vale a reflexão.


Vi essa lista com 14 filmes que são essenciais para quem curte moda e estilo e fiquei com vontade de assistir a todos! Claro que alguns eu já vi (tipo o clássico "Bonequinha de Luxo" e o "Coco antes de Chanel"), mas outros ainda não tive oportunidade. Já entraram para minha lista!


Você pode até não ter gostado do final da novela (assim como eu, que achei um absurdo pintarem a Angel como a grande vilã, sendo que desde o início ela foi abusada e de certa forma manipulada. Mas isso é papo para outro post... rs), mas que a make do casamento dela estava linda, isso estava! E a diva da Bruna Tavares, do Pausa Para Feminices, indicou um tutorial para reproduzir a maquiagem. Bapho!


Como boa taurina, eu simplesmente AMO comer! Por isso estou sempre fuçando a internet em busca de receitas. Mas ainda como boa taurina, morro de preguiça então sempre caço receitas simples e gostosas. Nessa empreitada, achei essa receita de bolo de paçoca e doce de leite e, como sou apaixonada pelas duas coisas, já anotei no caderninho para fazer depois... rs.

Por hoje é só pessoal! (roubando dos Looney Tunes hahahaha!) Se vocês curtem esse tipo de post, me deem retorno, porque vou ficar felizona em fazer mais! Beijos! ;-*
desafio

Sunday With Love #1

14.12.14

Oi oi pessoal! Eu participo do melhor grupo de blogueiras do Facebook, o "Divas da Blogosfera". Sério gente, todo mundo por lá é legal, não rola gente postando nada sem noção e nem gente que parece que só vive para gongar os outros. Claro que isso também é mérito do esforço das moderadoras e elas são maravilhosas! Daí que por lá rola um projeto bem bacana e que retrata bem o estilo do grupo: é o "Sunday With Love", em que a proposta é você escolher um domingo (ou todos, ou dois, você que decide...) para postar os links dos posts de blogs, de outros membros do grupo, que você mais gostou na semana. A ideia é espalhar o amor e divulgar o trabalho das(os) colegas da blogosfera para eliminar qualquer espírito de competitividade boba. 

Então eu, que adoro/sou essa política de divulgar as coisas e pessoas que gosto sem o menor sinal de recalque (rs) resolvi aderir ao projeto e posto hoje minha primeira participação. Vem comigo conferir posts maneiríssimos!

Um fim de semana em São Paulo: Eu pus na cabeça que quero conhecer a Liberdade, em SP, nas férias de Janeiro. E estou pesquisando bastante sobre o lugar e como seria viajar pra lá. Daí vi esse post que a Karoline do Gipsyyy fez falando da sua experiência em viajar sozinha para São Paulo e o que pode dar errado numa viagem e achei bastante útil. Vale a pena conferir.

Mais um post sobre SP: Continuando na mesma "vibe", a Ingrid do Gosto de Canela também fez um post falando da estadia dela em SP durante um fim de semana para uma prova. Curti conferir as fotos... :)

Três webseries que você precisa conhecer: Sou a louca das séries e adoro acompanhar algumas. Não acompanho mais por pura falta de tempo! Mas o Lucas do Controverse World falou de três webseries nesse post que eu fiquei bem curiosa para conhecer. 

Wishlist de Natal: Posso dizer que cobicei quase todos os itens da wishlist da Cecília, do blog Meu Refúgio. Se alguém quiser me dar um dos livros, uma das camisetas, o porta-livros ou o travesseiro de viagem, estou aceitando! hahahaha!

Dicas e truques para tirar fotos legais: A Francielle do Cores do Dia compartilhou nesse post dois vídeos de uns gringos com truques muito legais para fazer fotos iradas no maior estilo "DIY improviso", mas que por mais loucas que pareçam, funcionam hehehehe.

Divas inspiradoras: A Dani do Alternativa Aleatória postou as divas dela nesse post que também é uma ideia de blogagem coletiva lá do grupo. Ainda estou tentando eleger as minhas, porque é bem difícil destacar algumas rs. Mas curti muito as dela, principalmente a Amy Lee. *---* 

Espero que vocês curtam os posts tanto quanto eu! E se virem algum que achem legal, comentem aqui para eu saber e no outro blog também, porque é sempre bom ter retorno dos leitores! ;)
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